domingo, 29 de novembro de 2009

Carona

Eu adoraria morar em alguma cidade cercada de atrações turísticas e ter várias opções de passeios a poucas horas de casa. Os fins de semana com certeza ficariam mais divertidos assim. Deve ser maravilhoso ter voos diretos para quase todo o Brasil, como em São Paulo, ou estar pertinho de várias cidades históricas, como em Belo Horizonte. Só que aqui estou eu, no Triângulo Mineiro, e sempre imaginei que os únicos destinos por perto eram Araxá e Caldas Novas. :-(

Felizmente surgiu algo que me fez mudar de opinião! Há pouco tempo estreou em Uberlândia o programa Carona. Através dele descobri que em Vazante, a apenas 260 km daqui, está a Gruta da Lapa Nova, uma das maiores do Brasil. Conheci o Horizonte Perdido, em Araxá, onde, além da rampa de voo livre, há também uma ótima comida mineira. Revisitei as ruas históricas de Paracatu e descobri que lá também é possível se hospedar em uma pousada ecológica e praticar esportes radicais (não é meu forte, mas acho que pelo menos o caiaque eu encaro ;) ). A região tem um enorme potencial para o ecoturismo e que só agora, depois de 9 anos morando aqui, é que eu fui descobrir.

Agora já estou planejando várias viagens de fim de semana e me perguntando se vai dar tempo de conhecer tudo. :D Enquanto isso, não perco o programa e assim vou só acumulando opções na minha listinha. O bom é que os episódios ficam disponíveis no blog do Carona logo após a exibição, então quando não dá pra assistir é só passar lá depois. Pra quem quiser conhecer um pouquinho mais de Minas Gerais, é uma ótima fonte de inspirações.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Momento Tommy

Há poucos dias o Viaggiando completou dois anos: no dia 04/11/07 eu publiquei meu primeiro post. Embora pareça até muito tempo, ainda costumo me sentir meio principiante nesse mundo dos blogs. Apesar da paixão por viagens, sinto que ainda me falta muita "bagagem". Eu não publico fotos estonteantes como a Sílvia publica. Não faço as pessoas suspirarem com meus textos como a Emília faz. Não tenho o senso de humor que o Arthur tem. Não consigo ser detalhista como a Carla é. Não conheço os lugares mais belos do mundo como a Carol conhece. Não tive nenhum período sabático ou dei a volta ao mundo como a Mari Campos ou a Rachel Verano fizeram. E não sou nenhum especialista em viagens como o Ricardo Freire.

Então acho que vocês podem imaginar a minha felicidade ao ver meu bloguinho listado ao lado dessas feras aí em cima! Explico: o Ricardo Freire acabou de lançar a 2ª edição do livro “100 Dicas Para Viajar Melhor”. A 1ª edição já era ótima e, como o nome diz, trazia 100 dicas sobre destinos em todo o mundo, a melhor época para viajar, como planejar uma viagem, onde encontrar as informações, como economizar, enfim, tudo o que um viajante precisa saber. E a 2ª edição veio ainda melhor com um bônus de 100 dicas extras. Resumindo, é o livro de cabeceira de qualquer apaixonado por viagens.



O livro traz ainda uma relação de alguns blogs de viajantes que o Riq recomenda e é aí que eu entro: na nova edição o Viaggiando aparece nessa lista!!! :$


Estar citada aí é uma honra. Fazer parte desse grupo tão especial é uma grande recompensa por manter o Viaggiando de pé. :D Eu já indicava o livro antes, mas acho que agora ele vai ser meu presente de Natal pra todo mundo, com uma certa passagem grifada, é claro... ;-) Definitivamente, é meu momento Tommy*!


* Diretamente copiado do inspirado no VNV : Tommy — o primo da Tássia. Da Tássia Achando.

domingo, 25 de outubro de 2009

Enfim, Brasília!

Apesar de ter morado muitos anos em Goiás e parte desse tempo em Goiânia, pertinho de Brasília, eu ainda não conhecia nossa capital. Nunca tinha me aparecido nenhum motivo para visitá-la. Tem gente que acha que conhecer a capital do próprio país é quase um dever cívico, mas, sejamos sinceros, o Brasil tem lugares muito mais interessantes! Só que nos últimos anos vários amigos meus se mudaram para lá, então eu não tinha mais desculpas! E aproveitando que nas minhas últimas férias eu estaria em Goiânia, tirei um fim de semana para rever alguns amigos e suprir essa lacuna no meu currículo.

A viagem começou na escolha do ônibus. Acho melhor contar tudo aqui, porque eu achei difícil achar as infomações na internet. As duas empresas que eu descobri que fazem a rota Goiânia-Brasília são a Viação Araguarina e a Viação Goiânia, mas na verdade elas compartilham a rota, então não há concorrência. Nenhuma delas vende passagem pela internet e no site da Viação Araguarina não há sequer os horários dos ônibus. Pra tirar as dúvidas tem que ser pelo telefone mesmo.

Há ônibus diretos/executivos e pinga-pinga/convencional. A maioria pára (não consigo escrever essa palavra sem acento...) na Rodoferroviária e os poucos que param na rodoviária do Plano Piloto são convencionais. Eu queria descer no Plano Piloto e me convenci de que o convencional não deveria ser muito ruim, mas me enganei. A viagem de pouco mais de 200 km durou mais de 4 horas e o ônibus era bem ruim: o banco não reclinava, o cinto de segurança não funcionava... Na volta eu já tinha aprendido a lição e viajei no executivo. Muito melhor!

A minha anfitriã e guia nessa viagem foi a Renata, uma das três colegas de sala que eu tive na faculdade (já contei que eu fiz Engenharia, né?) e que se mudou pra Brasília há cerca de um ano. O primeiro destino, já na sexta-feira à noite, foi um rodízio de tapioca do qual ela já tinha me falado muito bem, no Brasil Vexado. O preço é otimo: R$ 13, 90 para escolher à vontade dentre as opções de tapioca e pizzoca (uma espécie de pizza com masssa de tapioca, como o nome sugere) disponíveis no cardápio. Só que o que tinha nos motivado a ir até lá era uma tapioca doce em que a calda de chocolate era servida separada em uma quantidade bem generosa para ser despejada no prato... Mas esse item tinha sido retirado do cardápio e a decepção foi tão grande que o resto da comida até ficou menos apetitoso. :-(

No dia seguinte levantamos cedo para fazer alguns passeios "obrigatórios". Começamos pela Catedral, mas eu estou começando a descobrir um certo padrão em minhas viagens. Eu tenho uma certa tendência a encontrar os lugares em reforma. Em Brasília aconteceu com a Catedral e com o Palácio do Planalto. Eu fico feliz que as construções sejam restauradas, sei que daqui a pouco estará tudo novinho, mas justo quando EU estou lá elas precisam estar cobertas por tapumes??? ;-)

De lá seguimos para o Congresso Nacional. Vendo na tv ou em fotos eu sempre achei aquela construção bem sem graça. Sem contar que o estilo de Oscar Niemeyer nunca foi meu preferido. Só que estando ali, de frente para aquelas linhas aparentemente sem nada de especial, minha impressão mudou. O contraste do azul do céu (e como é azul o céu de Brasília!) e do verde da grama com a cor fria dos prédios tem algo especial. Achei a paisagem linda!

Infelizmente não temos muito do que nos orgulhar quando nos lembramos do que acontece lá dentro, mas eu não estava ali para pensar em política. Aproveitamos a visita guiada para conhecer o interior do prédio e nesse dia apenas a Câmara estava acessível. Não achei muito interessante porque na verdade foi mais uma aula sobre processo legislativo e, como eu disse, não era bem o que eu estava querendo. A Renata já tinha ido lá antes e disse que há dias melhores.

Muita coisa eu vi apenas do lado de fora, como esse Museu, que, apesar de combinar com restante da arquiteura, foi construído há pouco tempo...

... e também o Palácio da Justiça e o STF. Este último me decepcionou um pouquinho. Um órgão tão importante e com um prédio tão singelo! Mas tudo bem, são apenas 11 ministros, eles não devem precisar de tanto espaço. ;-)

Achei a região do Eixo Monumental bem bonita e, ao contrário do que eu imaginava, bem verde. É claro que as chuvas que cairam poucos dias antes de eu chegar colaboraram para deixar a grama verdinha, mas ainda assim senti falta de árvores nessa região. Talvez seja para não atrapalhar a vista, para que possamos enxergar longe naquela região tão plana. Pelo menos o restante do Plano Piloto me pareceu bastante arborizado.

Achei a mesma coisa da Praça dos Três Poderes. Não sei qual é a definição do dicionário, mas para mim praça tem que ter verde, sombra, lugares para sentar. Acaba sendo um lugar em que a gente só passa e tira uma foto mesmo, porque não tem nem uma sombrinha onde possamos nos refrescar...

O acesso para pedestres nessa região é um problema. Estacionamos o carro e planejamos percorrer os lugares mais próximos a pé, mas não foi uma boa idéia. Às vezes não tínhamos uma calçada ou algo parecido por onde andar e atravessar as ruas, mesmo no fim de semana em horário tranquilo, não era tarefa fácil.

Quando já não aguentávamos mais o sol quente sobre nossas cabeças, fomos almoçar. A Renata também é vegetariana e quando estamos juntas podemos aproveitar para ir aos lugares para os quais nem sempre temos companhia. ;-) Fomos ao Bardana, na Asa Sul, e eu super recomendo! Apesar de não ser exclusivamente vegetariano, a grande maioria dos pratos não leva carne. O ambiente é bem legal e a comida é uma delícia.

Outro lugar que recomendo é onde fomos lanchar mais tarde, o Café Bem Casado, na Asa Norte. Tudo que experimentei estava delicioso, além de barato. No site há o cardápio com os preços, coisa bem rara de se encontrar.

No dia seguinte voltamos à Esplanada dos Ministérios para corrigir uma falha. No sábado tínhamos passado pelo Palácio do Itamaraty, mas ainda não estava aberto e mais tarde nos esquecemos dele. Depois outra amiga minha que também se mudou pra Brasília, a Maria Amélia, disse que essa visita era imperdível, então resolvemos voltar no domingo. E valeu muito a pena! Ele acabou se tornando o meu prédio preferido dentre os que visitei em Brasília.

A construção é marcada por espaços amplos e que parecem ainda maiores por estarem praticamente sem móveis. Ao longo de seus três andares estão algumas obras de artes, telas de Portinari, tapetes enormes e até um jardim tropical projetado por Burle Marx. Acho que daqui a alguns anos talvez alguém possa ter a idéia de transformá-lo em um museu de verdade e assim ele ficaria ainda mais interessante!


Pra completar a parte histórica de Brasília, fomos ao Memorial JK. Esse foi o único lugar em que paguei para entrar (R$ 4,00), pois o memorial é mantido pela família do ex-presidente, então passear em Brasília pode sair até bem barato.

O Memorial, também projetado por Niemeyer, é moderno e dentro dele estão pedacinhos da vida de Juscelino Kubitschek: roupas, objetos pessoais, fotos, cartas e até seu corpo foi transferido para lá. Conhecer a história de JK ali dentro foi como relembrar as aulas de história na escola. E como eu estive há pouco tempo em Diamantina, inclusive na casa em que ele morou, as histórias estavam bem frescas na minha cabeça. :$


A foto abaixo, tirada em frente ao Memorial, me lembrou esse post do Matraqueando. Como a Sílvia diz, quem é que viaja e não tira uma dessas fotos? De preferência quando não há mais ninguém por perto...

O fim de semana foi muito curto pra tudo o que Brasília oferece. Ao contrário do que eu pensava, dá pra "turistar" bastante por lá. Ficaram de fora muitas coisas que eu queria ver, muitos restaurantes em que eu queria comer... Não fui a nenhum parque, não subi na torre de tv, não fui ao lago durante o dia. Sem contar que vou ter que voltar à Ponte JK mais cedo ou pelo menos com uma máquina que tire fotos melhores à noite... :-(

Então, Renata, com tanta coisa ainda pendente, pode ir desenvolvendo o guia "Brasília 2.0" pra minha próxima visita, por favor! E Maisa, faça o favor de estar aí nessa próxima vez! :D

domingo, 11 de outubro de 2009

Monte Verde

Não sei nem há quanto tempo eu já enchia a paciência do meu namorado para irmos a Monte Verde. Minha insistência já devia durar uns 5 anos, mas agora eu já nem me lembro como começou. Não sei se fiquei sabendo de Monte Verde pela internet, pela TV ou através de algum folheto... Só sei que desde a primeira vez que ouvi falar dessa cidadezinha cercada de verde e com clima de montanha eu decidi que queria conhecê-la. E em nossas últimas férias, quando a decisão era não viajarmos, ele aceitou passarmos uns 3 dias lá pra que então eu nunca mais falasse nesse assunto! ;)

Saímos de Uberlândia em uma segunda-feira de agosto pela manhã. A viagem até lá foi tranquila. Eu só temia os últimos 30 km, de Camanducaia a Monte Verde, pois esse trecho não é asfaltado. Na verdade 20 km ainda são de terra e os 10 km que já estão prontos fazem bastante diferença. A estrada estava em obras e eu imagino que não deve demorar muito a estar tudo pronto. E precisa mesmo! Achei esse trecho, cheio de curvas, bastante movimentado para um dia de semana fora de temporada...

Chegamos em Monte Verde quando o sol estava se pondo e nessa hora eu já fiquei maravilhada com o visual da Serra da Mantiqueira.

Escolher bem onde ficar é uma parte muito importante nessa viagem, até porque os hotéis costumam ser parte da atração. Monte Verde tem muitas opções de hospedagem, mas o mais difícil é achar uma boa pousada/hotel com um preço também bom. Por não ser alta temporada e ainda por cima no meio da semana, nós conseguimos. Ficamos na Estalagem Spiller e eu não tenho nada a reclamar. O preço era ótimo, o atendimento super simpático, o café da manhã delicioso, a internet sem fio liberada e rápida, o quarto era bom... Enfim, foi uma ótima escolha.

Nós ficamos em um apartamento, mas há também chalés, mais isolados e que acomodam mais pessoas. A pousada está passando por uma reforma que ampliará a área de café da manhã. Outro ponto forte é o terreno enorme onde está localizada. Além da vista que tínhamos da janela do quarto, pudemos começar nossas caminhadas lá dentro mesmo.

Não há muito o que fazer em Monte Verde. A cidade, na verdade distrito de Camanducaia, é bem pequena. Na Avenida Monte Verde estão localizados quase todos os restaurantes e lojas e lá é tudo bonitinho, tudo parecendo casinhas de boneca. Mas a atração do lugar é mesmo o frio, o clima de montanha.

Não recomendo a ninguém ir na mesma época em que fomos, principalmente no meio da semana. A cidade estava parada! A maioria dos restaurantes estavam fechados. Na hora do almoço, principalmente, era difícil encontrar um lugar para comer. Lanchar era outro problema, pois mesmo nos lugares que estavam abertos a comida era escassa. Mas o que mais me decepcionou foram os cardápios: todos iguais, inclusive nos preços! Quem não quiser rodízio de fondue, truta ou nhoque passa aperto... Essa falta de variedade me deixou bastante frustada.

Pelo menos demos sorte: estava frio! Saímos do calor de Uberlândia para um friozinho gostoso. Até pudemos acender a lareira no quarto. Não que fosse preciso, pois os lençóis aquecidos davam conta do recado, mas não poderíamos perder a chance, ?

Quem não quiser ficar apenas no quarto do hotel tem que deixar a preguiça de lado e partir para o lado do ecoturismo. Há trilhas, caminhadas, escaladas, arvorismo, rafting, passeios a cavalo, de quadriciclo ou monomotor. Nós não espantamos a preguiça tanto assim e fizemos apenas um dos passeios mais básicos: a caminhada até a Pedra Redonda.

Apesar de quase não haver sinalização na trilha, a subida foi tranquila. Levamos cerca de 30 minutos para subir e 20 para descer. Mas o percurso é o que menos conta, o legal mesmo é o visual que se tem lá de cima. Pra mim essa foi a parte mais legal de Monte Verde.

No fim das contas, Monte Verde não foi tudo que eu esperava. É claro que se tivéssemos ido na alta temporada ou mesmo no final de semana provavelmente minha impressão teria sido outra. Por outro lado, os preços seriam bem mais elevados, a cidade estaria bem mais cheia e isso também não me agradaria muito... Se estivéssemos mais animados a encarar as trilhas, ou mesmo mais dispostos a apenas relaxar no hotel, também teríamos aproveitado mais. Acho que tudo depende do que você estiver procurando. Eu fui com expectativas altas demais e talvez por isso elas não tenham sido alcançadas. Ainda assim não há como negar que Monte Verde tem seu charme e, acima de tudo, está localizada em uma região muito bonita. Se eu morasse mais perto, talvez voltasse em outra ocasião.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Parque Vaca Brava

Já faz um tempo que eu queria escrever sobre Goiânia (onde estou no momento!), mas nunca encontrava um pretexto. Morei aqui há dez anos e sempre guardei um carinho especial por essa cidade. É claro que essas impressões são marcadas pela minha perspectiva dessa época. Eu tinha apenas 14 anos, vim para terminar o 2º grau, e nessa fase da vida a gente não liga muito para transporte público, não tem medo de violência, não pensa em política ou em meio ambiente... Hoje minhas viagens para cá sempre são para visitar a família e eu acabo nem saindo muito de casa. Ainda assim foi bem fácil encontrar um lugar bem legal para indicar aqui: o Parque Vaca Brava.

Goiânia é uma cidade bastante arborizada. Não sei se a informação é oficial ou mesmo atual, mas já ouvi dizer que ela é a cidade com maior extensão de área verde por habitante do país. De qualquer forma, o que qualquer um pode perceber é que há muitas praças e parques distribuídos pela cidade, o que ajuda bastante a amenizar o clima quente e seco da cidade.

Dentre esses parques, o que eu mais frequentei mesmo foi o Vaca Brava. Ele fica no Setor Bueno, ao lado do Goiânia Shopping e de grandes edifícios, bares e colégios. Por isso eu passava ali todo dia. O colégio em que eu estudei fica há alguns metros e eu batia ponto todo dia no shopping. Agora meus motivos para frequentá-lo são outros: é uma ótima opção para caminhadas no fim do dia e meu sobrinho adorou andar de bicicleta no parque. :)

O Parque Vaca Brava tem uma área de quase 80 mil m2. Até por não ser muito grande, ele agrada a todo tipo de público. O lago cria uma vista deslumbrante, a pista de cooper é perfeita para uma caminhada no fim do dia, há parque infantil e estação de ginástica, além de ser de fácil acesso. Depois de se exercitar ou apenas passear um pouquinho, é só se refrescar em alguma das barracas de água de coco ou em alguns dos bares ao redor do parque.

Como nesses casos não basta só falar, ficam aqui algumas fotos para comprovar o que eu estou falando. ;)